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IBOL - Instituto Brasileiro de Oftalmologia

Lentes de contato: usar ou não?

Cerca de 80% das consultas oftalmológicas são para verificação da acuidade visual e identificação do grau de óculos. O último Centro de Estudos do IBOL, realizado em outubro de 2014, trouxe um tema que interessa a quase totalidade daqueles que não enxergam tão bem: usar ou não lentes de contato? Quais são as últimas novidades em termos de tecnologia em lentes de contato?

As lentes comercializadas se dividem em duras ou também conhecidas como rígidas e as gelatinosas ou hidrogel. Dentre estas últimas, existe uma gama de opções: desde lentes de troca anual até as de descarte diário. A Dra. Fabia Helena Silva Carvalho Crespo dedicou sua apresentação, principalmente, ao tópico lentes de contato com descarte diário e a saúde ocular dos pacientes.

Segundo ela, as vantagens desse descarte diário vão desde a praticidade até o baixo risco de contrair uma infecção, uma vez que não há necessidade de uso de estojo e nem de extremo cuidado com a higiene desses recipientes. Com isso, há um menor número de consultas realizadas antes da rotina recomendada. Hoje, cerca de 25% dos americanos que usam lentes de contato, optam pelas de descarte diário. No mundo, são cerca de 31% e no Brasil apenas 10% escolhem esse tipo de lente. Este índice nacional ainda varia muito se é uma capital como Rio de Janeiro e São Paulo, ou cidades do interior, onde essa opção bem inferior.

Durante o Centro de Estudos do IBOL, ainda foram abordados os potenciais usuários de lentes de contato, incluindo os desportistas que, dependendo da modalidade do esporte, as usam por segurança no sentido de se evitar um acidente e, outros como atletas aquáticos, pela praticidade. A prescrição para crianças e adolescentes também foi abordada.

Por fim, a Dra. Clara Bartha de Mattos Almeida, especialista em lentes de contato pela PUC-Rio e médica nas unidades do IBOL em Botafogo, Copacabana e Barra, trouxe alguns casos de pacientes cujos resultados foram considerados bem satisfatórios.


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