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IBOL - Instituto Brasileiro de Oftalmologia

G1 - Editoria de Ciência e Saúde - abril 2019

Dr. Anibal Cunha, chefe da emergência do IBOL, é um dos entrevistados do G1.

Na reportagem, Dr. Aníbal Cunha aborda os cuidados que devem ser tomados com a chegada do outono. A diminuição da temperatura e da umidade do ar nessa época do ano deixo o ambiente mais seco, podendo levar ao ressecamento dos olhos, alerta a reportagem.

“O poder de lubrificação do olho diminui no outono. Por isso, aparece um número maior de pacientes com olho seco nessa época. Mas é claro que existem pessoas com maior ou menor predisposição a desenvolver a doença. Geralmente, quem tem alergias tem olho seco, mas não necessariamente quem tem olho seco tem alergias”, ressalta o oftalmologista Aníbal Cunha, chefe de emergência do Instituto Brasileiro de Oftalmologia.

Como as pessoas costumam ficar mais resfriadas quando a temperatura despenca, por causa da baixa da imunidade, a conjuntivite mais comum é a viral, especialmente a causada pelo adenovírus, mesmo agente do resfriado. “O vírus ataca o organismo como um todo. O mesmo vírus que está atacando a garganta e o nariz ataca o olho, causando conjuntivite”, explica Cunha.

Os sintomas são vermelhidão, secreção e sensação de corpo estranho, isto é, de que há um incômodo permanente. Para evitar a conjuntivite, os médicos recomendam que as pessoas evitem coçar os olhos, especialmente se estiverem em locais públicos ou em um ambiente com outras pacientes com sintomas. “Coçar os olhos é a pior coisa que se pode fazer. No dia a dia, devemos tomar todos os cuidados de higienização, e evitar a todo custo coçar”, reforça Cunha.

Para ler a reportagem completa, acesse https://glo.bo/2v3INLS


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