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IBOL - Instituto Brasileiro de Oftalmologia

Inteligência artificial na oftalmologia

Você já reparou como nossa forma de marcar uma consulta no IBOL mudou? Hoje, podemos marcar via WhatsApp, pelo site da instituição e, para os que preferem os antigos meios, também pela nossa Central de Atendimento. As mudanças vão muito além da marcação de consultas e para debater o assunto, o IBOL convidou o Dr. Renan Ferreira Oliveira, Oftalmologista do Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem, de Joinville, Santa Catarina, que palestrou sobre "Inovações em Oftalmologia: como afetarão seu dia a dia".

A inteligência artificial e como as novas tecnologias mudarão a oftalmologia e a relação entre médicos e pacientes foram os temas abordados pelo Dr. Renan Oliveira, que iniciou a palestra elogiando a liderança do IBOL no Rio.

"Inovação é algo que já está no DNA do IBOL. Quem tem a oportunidade de percorrer o IBOL, como eu tive há pouco, e conhece a liderança da instituição no Rio de Janeiro, conclui que vocês investem em inovação. Estamos em uma área, a oftalmologia, onde o avanço é muito rápido. O que se fazia há 10 anos, não se faz mais."

Durante sua palestra, ressaltou a importância da quebra de paradigma proposta pelas novas startups ligadas à atenção à saúde – as Health Techs. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o termo Health Tech define a aplicação da tecnologia na saúde e leva a propostas inovadoras e disruptivas, que quebram antigos padrões e oferecem soluções globais.

O convidado da reunião científica do IBOL trouxe dados sobre as ondas de inovação no mundo. Nossa enorme capacidade de processar dados, trabalhar com a realidade virtual, a realidade aumentada, a interconectividade e as novas ferramentas de comunicação que possibilitam grandes avanços e nos conduzem a uma nova “revolução industrial”.

Em 1950, o conhecimento médico dobrava a cada 50 anos. Em 2010, esse tempo era de cerca 3,5 anos; estima-se que em 2020 dobrará em 73 dias.

Para ele, a computação e a inteligência artificial vieram para ajudar também os médicos. "O robô é nosso amigo", disse, além de mostrar alguns dos avanços desenvolvidos nesse campo. Um dos exemplos foi a divisão de saúde do Google, a Verily Life Sciences, que exemplifica a interseção da tecnologia, ciência dos dados e cuidado à saúde. Novas aplicações conseguem extrair dados de certos exames complementares que são “invisíveis” aos olhos humanos. Neste caso, ele ressalta que a união entre médicos e tecnologia resulta em procedimentos muito mais eficazes e seguros. Portanto, o médico não será substituído pela máquina, mas pode se beneficiar da tecnologia.

Ao final, Dr. Renan falou sobre a importância de mantermos o foco no paciente, que no final das contas deve ser o maior beneficiado. "A inteligência artificial não substituirá o ser humano. É mais uma ferramenta. Mas os médicos que não a usarem, poderão ser substituídos pelos médicos que a usam", e precisa ser bem aplicada, concluiu.

 

 


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