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IBOL - Instituto Brasileiro de Oftalmologia

Neurolinguística na oftalmologia

Com o objetivo de aperfeiçoar habilidades e competências, os membros do comitê técnico do IBOL ofereceram ao oftalmologistas da Instituição um treinamento com técnicas de Programação Neurolingística.

Com auditório lotado, a reunião científica do IBOL, no mês de novembro, contou com a convidada Claudia Ribeiro, jornalista, psicanalista e especialista na área. Através de reflexões sobre escuta do paciente, empatia, envolvimento genuíno com a fala do outro, Claudia convidou a todos a responderem a quatro perguntas essências:

1) Como é o atendimento hoje no IBOL e como seria se fosse melhor?
2) A forma como se fala pode gerar impactos positivos e negativos. Quais atitudes novas podemos adotar para nos comunicarmos com o modelo de mundo do outro e que irão influenciar positivamente?
3) O que precisa mudar em nosso modelo de mundo e de atendimento para nos mantermos como referência?
4) Como gostaríamos de ser lembrados pelos nossos pacientes e clientes?

Divididos em grupos, os oftalmologistas do IBOL debateram bastante cada um dos questionamentos no intuito de aperfeiçoar ainda mais o atendimento oferecido pela Instituição aos pacientes e clientes e propuseram uma série de aprimoramentos.

Um dos principais pontos debatidos foi o incremento da comunicação. Segundo Claudia Ribeiro, as pessoas pensam que se entendem e nem sempre se compreendem, principalmente quando o assunto é saúde. Outro ponto a ser mais observado pelos médicos é com relação à atenção e à emoção do paciente, individualizando a queixa de cada um. Por fim, os médicos do IBOL resumiram que o objetivo final é sempre que os clientes percebam que a missão da Instituição é acolher, ouvir, cuidar e tratar da melhor forma dentro do conhecimento na área.

Programação Neurolinguística - é uma ciência que surgiu na década de 1970 e procura consagrar estudos de linguagem verbal e não-verbal e das emoções, e pode tanto contribuir para o crescimento individual como para o profissional em instituições, principalmente aquelas dedicadas a cuidar do outro.

O IBOL acredita que é a partir da identificação de cenas do cotidiano de um hospital de oftalmologia e na escuta do outro, que a Instituição poderá oferecer serviço de excelência, associando exames de última geração e atendimento humanizado.


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